RUMO À ORION

12/06/2008


DEDICATÓRIA À VÊNUS URÂNIA


“AQUILO QUE ESTÁ EM SEU CAMINHO

VEM COMO UMA NUVEM QUE ENCOBRE O SOL;

MAS OCULTO POR TRÁS DESSA NUVEM DE IMANÊNCIA

ESTÁ O AMOR...

SOBRE A TERRA... É O AMOR

NO CÉU – É O AMOR

O AMOR QUE FEZ NOVAS TODAS AS COISAS

DEVE SER REVELADO. . .

ESTE É O PROPÓSITO POR TRÁS

DE TODOS OS ATOS

DESTE GRANDE SENHOR DO CONHECIMENTO”

Alice A. Bailey (Psicologia Esotérica)




“Vênus é o alter ego da Terra;

Vênus é para a Terra

O que o Eu Superior é para o homem”


Alice A. Bailey (Um Tratado sobre o Fogo Cósmico)


Inaugurado a 08/08/08


quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Órion

"E não foi um sonho que nenhum de vós recorda haver sonhado,

que edificou vossa cidade e modelou tudo o que nela existe?

Se vos fosse facultado ver as marés desse fôlego

deixaríeis de olhar para outra coisa.

E se vos fosse facultado ouvir os murmúrios desse sonho

deixaríeis de ouvir todo outro som. Um dia, porém,

o véu que cobre vossos olhos

será retirado pelas mãos que o teceram.

E a argila que obstrui vossos ouvidos será rompida pelos dedos que a amassaram.

Eu somente expresso em palavras o que já sabeis em vossos pensamentos.

E vossos pensamentos e minhas palavras são ondas de uma memória selada

que guarda o registro do vosso passado.

Dos dias em que a terra nos ignorava e ignorava-se a si mesma"

(Gibran Khalil Gibran)

Antes do começo dos tempos,

todo o universo estava envolto

na vibração harmônica dourada.

Então, quando as centelhas de luz

vindas da fonte infinita do Uno Universal

tomaram consciência de que havia

diferentes dimensões

nesse universo,

e começaram a perceber

as suas diversas vibrações,

surgiu nesses seres

a necessidade

de conhecer

todos os outros

planos do Todo Maior.

Assim, iniciou-se uma jornada de aventuras, onde havia a possibilidade de experimentar a si mesmo em muitas dimensões e expressar o Eu Divino em infinitas e diferentes formas...

Foi descoberto nas proximidades de Órion

vibrações que tornavam possível o desenvolvimento da matéria. Seres vindos do Sol Central se estabeleceram nas três estrelas que formam o cinturão de Órion, e tornaram-se guardiões dos mundos.

Seres vindos das mais diversas estrelas do universo, chegavam à Órion com a finalidade de vivenciar a matéria. A experiência foi um sucesso, e quanto mais densa se tornava a vibração mais prosperava a matéria...

Com o tempo, abateu-se sobre aqueles seres o esquecimento

de sua origem divina.

A densidade da matéria não lhes permitia lembrar que eram centelhas de luz vindas da fonte infinita do Uno Universal,

expressando o Eu Divino em formas diferentes.

O esquecimento trouxe a ilusão da separação entre os seres,

e com ela vieram as sementes da discórdia, do ódio e da violência.

A dor e o sofrimento passaram

a dominar o mundo da matéria...

O grito de dor dos seres em sofrimento

ecoou pelo o universo

e atraiu corações sensíveis,

que partindo de várias estrelas,

chegaram ao mundo da matéria

com a força regenerativa do amor.

Para curar tanta dor e sofrimento,

surgiu Gaia – o planeta azul-

para onde seriam enviados

todos aqueles seres destroçados

pela força da matéria e presos

na ilusão da dualidade.

Assim começa a saga do caminho de volta,

o retorno ao Pai...

A humanidade que habita

o planeta Terra traz dentro de si

lembranças adormecidas de um passado distante

onde tudo era luz, onde éramos um com o universo.

Para despertar essas lembranças e nos guiar de volta para casa,

a Fonte Infinita do Uno Universal

nos manda seus mensageiros de luz

que através dos tempos nos deixam suas mensagens,

como mapas a nos apontar o caminho.

Na verdade,

precisamos saber

que nunca estivemos sozinhos,

que nunca perdemos a conexão com a LUZ.

Sempre houve na Terra algo a nos apontar para o céu...

Até hoje as pirâmides egípcias desafiam a ciência e mexem

com o imaginário da humanidade. Como explicar a grandiosidade e precisão daquelas construções se na época não havia tecnologia suficiente?

Como foi possível

mover e adaptar

enormes blocos

usados na construção

sem maquinaria

adequada?

De onde veio

a exatidão

dos dados

astrológicos

refletidos nas pirâmides?

Está na hora de encarar essas perguntas com a mente aberta...

Descobertas recentes nos mostram as pirâmides de Gisé como um espelho fiel das estrelas que formam o cinturão de Órion.

Seria essa a resposta para as perguntas que a humanidade

não se cansa de fazer:

Quem somos? De onde viemos?

E para onde vamos?

Créditos:

Órion

Texto: Fernanda Mesquita

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